Hacker de Ciclocomputador
Estudo sugere a possibilidade de ataques cibernéticos contra dados dos ciclistas
Um reportagem da ROAD.CC traz o alerta sobre a possibilidade de hackers invadirem e adulterarem dados exibidos na tela dos computadores de ciclismo. Eles, inclusive, exemplificam os riscos que isso proporciona ao ciclista real e ao virtual.
Segundo o estudo de uma organização que se autodenomina ‘Fair E-Racing Alliance’, hackers são capazes de acessar qualquer ciclocomputador que utiliza a rede Bluetooth Low Energy (BLE) , um protocolo sem fio usado por plataformas como Zwift, MyWhoosh e Rouvy. E, entre outros, fabricantes de hardware como Garmin e Wahoo.
Com esse acesso, um invasor poderia:
- Distorcer os dados de potência, fazendo com que o ciclista calcule mal seu ritmo ou esforço.
- Modificar as configurações de resistência, o que leva a aquecimentos ineficazes ou fadiga desnecessária.
- Oferecer feedback atrasado ou incorreto, reduzindo a confiança nas leituras de potência durante momentos cruciais.
Ciente de outros casos de doping tecnológico, a reportagem ouviu as empresas envolvidas sobre o tema. A Zwift se posicionou: “há um risco conhecido com a conectividade Bluetooth do treinador inteligente” e a Zwift tem “controles em vigor para detectar possíveis interferências em nossas corridas de nível de elite”.
Segundo o representante do app, o risco é maior em eventos ao vivo, com vários aparelhos conectados em uma mesma rede. “Em casa, a chance de uma invasão é quase zero”.
Leia mais: https://bit.ly/3EOR7q5
Essa notícia você lê primeiro na Bicicleta News, um resumo exclusivo com as principais notícias do mundo da bicicleta direto no seu celular. Para assinar, basta mandar uma mensagem para a Aliança Bike no +55 (11) 97114-0140
Bicicleta
Link para mandar mensagem direto: http://bit.ly/Receba-Bicicleta-News


