Eixos e cubos são partes críticas da roda que garantem a estabilidade e o desempenho. No entanto, com o tempo e o desgaste, folgas, ruídos ou travamentos começam a aparecer, comprometendo a experiência e até a segurança. Pedalar com cubos bem ajustados faz toda a diferença, evitando atritos desnecessários e prolongando a vida útil das rodas. Uma rotina de manutenção preventiva não é apenas sobre economia de reparos caros, mas sobre manter o prazer em cada pedalada. Com simples ajustes e revisões, é possível evitar surpresas e aproveitar melhor cada quilômetro rodado. Como identificar problemas em eixos e cubos Reconhecer os primeiros sinais de desgaste nos eixos e cubos pode evitar dores de cabeça maiores. Folgas nas rodas são um alerta claro: se, ao levantar a bike e balançar a roda lateralmente e houver um leve movimento, é provável que os rolamentos ou ajustes estejam comprometidos. Além disso, ruídos como estalos ou rangidos durante a pedalada indicam acúmulo de sujeira ou falta de lubrificação. Quanto antes esses problemas forem identificados, menores são as chances de danos mais sérios. Outra situação comum é a sensação de travamento ou resistência ao pedalar, mostrando que algo não está girando suavemente. Bikes usadas frequentemente em trilhas ou sob chuva tendem a acumular detritos e umidade nos cubos, acelerando o desgaste. Frequência recomendada para manutenção O intervalo entre revisões varia conforme o uso da bike. Para bicicletas utilizadas em trilhas ou em condições adversas, como chuva e lama, é recomendada uma revisão a cada três meses. Já para bicicletas de uso leve ou esporádico, a manutenção semestral é suficiente para garantir o bom funcionamento dos componentes. Após pedais sob chuva ou em terrenos com muita sujeira, é essencial fazer uma inspeção rápida para limpar e lubrificar os cubos, evitando que detritos se acumulem. Esse cuidado preventivo é essencial, pois a sujeira pode penetrar nos rolamentos e acelerar o desgaste. Rolamentos limpos e bem lubrificados reduzem o esforço necessário para pedalar, prolongando a vida útil dos componentes e melhorando a performance. Dicas extras para prolongar a vida útil das rodas Aumentar a durabilidade dos eixos e cubos depende não apenas de uma manutenção regular, mas de pequenas ações preventivas. Manter a calibragem correta dos pneus é um dos primeiros passos. Pneus descalibrados aumentam a pressão sobre os rolamentos, o que acelera o desgaste. Outro ponto essencial é optar por rolamentos de alta qualidade ou selados, especialmente se a bike for utilizada em terrenos com muita sujeira ou umidade. Esses rolamentos oferecem maior proteção e exigem menos manutenção. Após pedaladas intensas ou em condições adversas, como lama ou chuva, é importante inspecionar visualmente os cubos e limpar a área externa das rodas. Também vale evitar o uso de jatos de alta pressão, que podem empurrar sujeira para dentro dos componentes. Além disso, programar revisões periódicas com um profissional garante que a bicicleta continue em perfeito estado e pronta para qualquer desafio. Quando buscar ajuda profissional Embora a manutenção básica possa ser feita em casa, alguns sinais indicam a necessidade de assistência especializada. Ruídos persistentes, mesmo após a limpeza e ajuste, podem indicar danos mais sérios nos cones ou rolamentos. Além disso, bicicletas com rolamentos selados exigem ferramentas específicas e habilidade técnica para desmontagem e substituição. Levar a bike a uma oficina especializada também é uma opção prudente se houver dificuldades em eliminar folgas ou se a roda não girar suavemente após os ajustes. Aqui na Indy Bike você conta com a estrutura de um Centro Técnico Especializado com mecânicos treinados e ferramentas de ponta para fazer a manutenção e reparos na sua bike. Lembre-se: Serviços profissionais garantem que todas as peças estejam em perfeitas condições e bem alinhadas, evitando problemas futuros e mantendo a segurança em alta durante as pedaladas. Boas pedaladas! The post Manter a bicicleta rodando suave e sem surpresas desagradáveis é essencial para qualquer pedalada. first appeared on Indy Bike.
Keo Blade é redesenhado para desempenho máximo, oferecendo transferência de potência ideal, durabilidade aprimorada e mais opções de personalização
26ª Volta Ciclística de Santa Catarina começa nesta quarta-feira (8), e retoma um dos mais tradicionais eventos esportivos do estado
Descubra como escolher sua primeira bike do jeito certo!
Escolher uma bicicleta vai muito além de observar suas cores e tamanhos, para escolher a bicicleta certa é preciso analisar: quadros, desempenho, estilo e por último, estética. Pensando nisso, preparamos algumas dicas para você saber o que analisar na hora de comprar a sua companheira de pedalada! Modelos de bicicletas Em primeiro lugar, é preciso entender que há vários tipos de bicicletas, com desempenhos diferentes e para necessidades diferentes e, é nesse momento que você precisa decidir qual a função que a bicicleta terá no seu dia a dia: longas pedaladas, locomoção para o trabalho ou apenas pedaladas curtas no final de semana. Definindo a necessidade, é hora de escolher quais modelos se encaixam para você. Bicicleta Urbana A bicicleta urbana é ideal para quem quer usá-la para pedaladas funcionais, como ir ao trabalho, escola, etc. Bicicleta Elétrica A bicicleta elétrica é uma opção para quem deseja mais conforto e praticidade na hora de se deslocar. Esse tipo de bicicleta chega a uma velocidade média que pode variar entre 20 e 32 km/h dependendo da sua potência. Bicicleta de passeio Um modelo tradicional com a famosa cestinha que é super conhecido. Uma bicicleta extremamente funcional, serve para passeios curtos ou saídas rápidas para estabelecimentos comerciais, por exemplo. Esse tipo de bike não possui marchas, o que pode ser um quesito a ser considerado na hora de fechar negócio! Bicicleta Mountain Bike Um modelo cuja funcionalidade já é pensada para iniciantes no ciclismo. Com desenvoltura para terrenos com mais obstáculos, seu desempenho oferece estabilidade e segurança para quem está no comando do pedal. Bicicleta Speed Esse modelo oferece eficiência aerodinâmica, pois é desenvolvida com uma estrutura compacta e ultrafina. Ideal para terrenos lisos e asfaltados, pois seu objetivo é atingir grandes velocidades. Bicicleta Infantil A bicicleta infantil é desenvolvida, como o próprio nome já diz, para crianças. Pensada na estabilidade e equilíbrio das crianças, esse tipo de bicicleta pode vir com atrativos para os pequenos como: cestinhas, rodinhas e cores chamativas com personagens, além é claro, de contar com o tamanho adequado para cada criança, por isso, fique atento ao tamanho sugerido para cada criança conforme a idade. O que observar ao comprar uma bicicleta? Tamanho de aros e quadros: Na hora de definir qual o melhor aro, é importante pensar no desempenho e na velocidade que deseja atingir com a sua bicicleta. No mercado, o tamanho 26 é o mais comum de se encontrar, isso porque ele oferece várias vantagens, como: agilidade e eficiência em terrenos urbanos, por exemplo. Já o aro 29 é indicado para terrenos lisos, isso porque atinge grandes velocidades. Outro fator a considerar, são os quadros. Sabia que cada quadro pode influenciar no seu corpo, causando dor nas costas e outras dores? Isso por que os quadros foram pensados para cada tamanho, então, fique atento a sua altura e escolha o quadro certo para você conforme a tabela abaixo: Altura do Ciclista: Tamanho do quadro: 1,65 ate 1,71 15”- 16” 1,72 ate 1,76 17”- 18” 1,77 ate 1,82 19” 1,83 ate 1,90 21” Material da Bicicleta: O material escolhido para a produção de uma bicicleta diz muito sobre seu desempenho, durabilidade e peso. Em geral, três materiais são encontrados: alumínio, carbono e aço. Alumínio: o material mais popular entre o mundo das bikes, o alumínio possui a vantagem de ser leve e não sofrer corrosão do material. Carbono: um material caracterizado por sua resistência, têm chamado atenção para a fabricação de bicicletas. Deixando as bicicletas com um desempenho melhor, também influencia no preço, já que é um pouco mais caro que os demais materiais. Aço: esse material é pouco usado, por sofrer corrosão no decorrer do tempo, não é muito atrativo aos consumidores, além de ser um material mais pesado, impactando no peso final de cada bike. Motor e Bateria: No caso de bicicletas elétricas é necessário avaliar alguns quesitos como motor e bateria, já que esses itens influenciam, e muito, no desempenho e velocidade que as bicicletas atingem. Marchas: Essa é uma escolha simples, só a duas opções: com ou sem marchas. Para saber se é ou não, necessário ter marchas na sua bicicleta, pense no trajeto e necessidade principal que ela terá. A vantagem de ter uma opção com marchas é o conforto na pedalada que ela proporcionará, uma vez que em terrenos mais íngremes e difíceis, a marcha leve pode facilitar na hora de usar sua força nas pernas para chegar ao destino. Tamanho dos Pneus: Há dois tipos de pneu, os finos e os largos. Pneus finos te dão mais velocidades, pneus mais grossos, proporciona estabilidade e conforto na hora da pedalada. Basta escolher a melhor funcionalidade e pronto! Seguir estas dicas é uma ‘mão na roda’ na hora de comprar bicicleta, já que são muitas as opções. E independentemente da bicicleta que você escolher ela deve te levar, da saída à chegada, com muita segurança e proporcionando prazer. Uma escolha acertada na hora de comprar bicicleta estimula e aumenta a confiança para qualquer iniciante pedalar cada vez mais. Aqui na Indy Bike temos uma linha completa de bikes para todos os gostos e idades. Venha conhecer uma de nossas lojas e converse com nossos consultores ou se preferir ou acesse nossa loja virtual: https://loja.indybike.com.br/ e boas pedaladas! The post Descubra como escolher sua primeira bike do jeito certo! first appeared on Indy Bike.
Céu azul e temperatura agradável dão o tom da terceira etapa da Copa Kids em Monte Verde
O que acontece se você nunca lubrificar a corrente da bike?
Corrente seca, rangendo e com aquele aspecto esbranquiçado… além de tirar todo o prazer de pedalar, isso custa muito mais do que parece. Acredite: negligenciar a lubrificação da corrente não é só um descuido — é um convite para rasgar dinheiro. O problema começa pequeno, quase imperceptível. Primeiro vem o barulho irritante, depois a dificuldade nas trocas de marcha. De repente, a pedalada fica pesada, desconfortável e, sem perceber, o desgaste já tomou conta da transmissão. Resultado? Troca de corrente, cassete, coroas… e uma conta que chega a assustar. O que acontece se você não lubrificar a corrente da sua bike? Parece só um detalhe, mas a falta de lubrificação na corrente é uma das maiores causas de desgaste prematuro na bicicleta. Sem a película protetora do lubrificante, os elos da corrente trabalham em atrito direto, metal contra metal. Isso gera um efeito cascata destrutivo. O desgaste começa na própria corrente, que se estica, deforma e perde eficiência. Com o tempo, essa deformação começa a desgastar os dentes das coroas, do cassete e da roldana do câmbio. Outro problema sério é a corrosão. A corrente sem lubrificante vira presa fácil para ferrugem, principalmente em regiões úmidas ou após tomar chuva. E quando a ferrugem chega, a durabilidade da corrente despenca. Sinais de que sua corrente pede socorro A bike sempre dá sinais quando algo não vai bem — e a corrente é uma das primeiras a reclamar. O primeiro sintoma costuma ser aquele rangido metálico incômodo, principalmente durante a pedalada mais intensa ou nas subidas. Esse barulho não é só chato, é um alerta de que a lubrificação foi pro espaço. Visualmente também é fácil perceber. Uma corrente seca fica com aspecto esbranquiçado, opaco e, às vezes, até começa a apresentar pontos de ferrugem. Basta olhar de perto para notar que está na hora — ou já passou da hora — de fazer aquela manutenção rápida. Corrente barulhenta, marcha ruim e pedal pesado nunca são normais. São gritos de socorro. Quando lubrificar a corrente? Em dias secos e percursos urbanos, a recomendação é fazer a lubrificação a cada 150 a 200 quilômetros ou sempre que a corrente apresentar aparência seca, barulhos ou perda de suavidade nas marchas. Já em dias de chuva, lama ou trilhas, o cuidado precisa ser redobrado. Nessas condições, a lubrificação deve ser feita após cada pedal, sem exceção. A água e a lama removem rapidamente o lubrificante, deixando a corrente exposta ao desgaste e à corrosão. Outro ponto fundamental: sempre lubrifique após lavar a bicicleta. A lavagem remove completamente qualquer vestígio de lubrificante, e pedalar sem repor essa camada de proteção acelera o desgaste de forma absurda. Como lubrificar a corrente da bike do jeito certo Tudo começa com a limpeza da corrente. Antes de aplicar qualquer lubrificante, é fundamental remover todo resíduo de sujeira, óleo velho e areia. Basta usar um desengraxante próprio para bikes, uma escova específica ou até uma escova de dentes velha. Em seguida, é preciso secar bem a corrente. Aí vem a aplicação do lubrificante. O segredo é simples: uma gota por elo, enquanto gira os pedais para trás, garantindo que o produto penetre em todos os pontos da corrente. Depois de esperar alguns minutos, é obrigatório remover o excesso com um pano limpo e seco. Deixar lubrificante sobrando faz a corrente virar um ímã de poeira, areia e sujeira. Manutenção, cuidado e segurança caminham juntos. Afinal, não basta ter uma bike bem cuidada — é preciso garantir que ela esteja protegida também. Aqui na Indy Bike cuidamos da sua bike para você sempre pedalar com confiança e segurança. Venha conhecer uma de nossas lojas. Esperamos vocês! The post O que acontece se você nunca lubrificar a corrente da bike? first appeared on Indy Bike.
Mashallah – ‘vivendo’ do Ártico à Ásia de bicicleta
Lançamento: Giro entra no mercado de joelheiras e cotoveleiras com as linhas Loam e Lobo
Cubos e selins Absolute Brutus
Mini kit de manutenção. Por que todo ciclista deve levar um?
Um pneu fura no meio da trilha, o câmbio desregula e cada minuto perdido parece durar uma eternidade. Muitos ciclistas já passaram por situações assim e sabem o quanto pode ser frustrante depender da sorte para continuar pedalando. Ter um mini kit de manutenção é mais do que um detalhe, é garantia de autonomia e tranquilidade em qualquer percurso. Com ele, é possível resolver problemas mecânicos rapidamente e voltar a aproveitar o pedal sem prejuízos ao desempenho ou à segurança. Preparar-se antes de sair é o segredo para pedalar com mais confiança e evitar imprevistos no caminho. Por que todo ciclista deve levar um mini kit de manutenção? Sair para pedalar sem um mini kit de manutenção é apostar que nada vai dar errado, e no ciclismo essa é uma aposta arriscada. Furos de pneu, parafusos que afrouxam com a vibração, corrente que se rompe de repente. São situações comuns tanto para quem pedala na estrada quanto para quem encara trilhas de mountain bike ou deslocamentos urbanos. Ter um kit à mão significa ganhar autonomia para resolver imprevistos em minutos e seguir pedalando com segurança. Além da praticidade, um kit bem montado evita depender de ajuda externa ou interromper completamente o pedal. Muitos problemas que obrigariam a encerrar o passeio podem ser solucionados com ferramentas simples, se estiverem ao alcance. Isso reduz o desgaste físico e mental de ficar parado esperando socorro e mantém o desempenho dentro do planejado. Itens essenciais para o kit Um mini kit de manutenção precisa ser compacto, mas completo o suficiente para lidar com os imprevistos mais comuns. O primeiro item indispensável é a multiferramenta, que reúne chaves Allen, Philips, fenda e, em alguns modelos, Torx. Ela é útil para ajustar câmbio, selim, freios e outros componentes durante o pedal. Outro elemento básico são as espátulas (duas ou três unidades), essenciais para remover pneus de forma prática e sem danificar o aro. Para resolver furos, não pode faltar um kit de remendo com cola e lixa ou os modelos adesivos, que agilizam a aplicação. Complementando, uma câmara de ar reserva é garantia de voltar a pedalar rapidamente caso o remendo não seja suficiente. A bomba de ar compacta fecha a lista de indispensáveis. Escolher um modelo leve e fácil de transportar no quadro ou na mochila facilita o uso mesmo em condições adversas. Itens extras que aumentam a eficiência O cilindro de CO₂ é um ótimo exemplo. Ele permite encher o pneu em segundos, economizando esforço e tempo em situações de urgência. Para quem utiliza sistemas sem câmara, o kit de reparo tubeless é essencial, já que consegue vedar furos rapidamente sem precisar desmontar o pneu. Outro recurso valioso é o elo mestre (Power Link), pequeno, leve e capaz de devolver a funcionalidade à corrente em poucos minutos. Junto dele, um extrator de corrente garante que a substituição ou reparo seja feito de forma correta. A fita adesiva multiuso é um verdadeiro curinga, ajudando a improvisar reparos temporários em cabos, manoplas ou até para segurar uma peça no lugar até o fim do percurso. Lembrando que, cada modalidade de ciclismo exige adaptações no mini kit de manutenção para atender melhor às condições enfrentadas. No mountain bike, os terrenos acidentados e a maior exposição a impactos tornam mais comuns furos e danos estruturais. Por isso, vale incluir câmaras extras, kit de reparo tubeless reforçado e talvez até um elo mestre adicional. No ciclismo de estrada, o foco é manter o peso baixo e a aerodinâmica. Kits compactos com bomba de ar mini ou cilindro de CO₂, uma câmara de ar e multiferramenta já dão conta da maioria dos problemas. Para o uso urbano, a preocupação é a praticidade e a resistência a furtos. Muitas vezes, o kit pode ficar fixo na bicicleta, mas de forma discreta. Bolsas pequenas, ferramentas multifuncionais e bombas integradas ao quadro são boas soluções. Estar preparado para imprevistos transforma a experiência de pedalar. Um mini kit de manutenção bem montado garante autonomia, segurança e tranquilidade, enquanto a manutenção preventiva reduz a chance de problemas no caminho. Lembre-se de fazer a manutenção na sua bike com regularidade, conheça o Centro Técnico Especializado da Indy Bike. Aqui você deixa sua bike com quem entende do assunto! The post Mini kit de manutenção. Por que todo ciclista deve levar um? first appeared on Indy Bike.











