A conexão duas rodas entre o Saara e a Amazônia
O cicloturista e documentarista Nestor Freire percorre o mundo há mais de uma década, utilizando a bicicleta como ferramenta de conhecimento, conexão humana e boas histórias. Depois de 25 anos…
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Capacete de Ciclismo. Validade e sinais de desgaste.
Você sabia que o capacete pode ser o único equipamento de segurança entre você e um grave acidente durante a pedalada? Seja nas ruas movimentadas da cidade ou nas trilhas acidentadas do mountain biking, a segurança do ciclista começa com um bom capacete. Mas quantas vezes você já se perguntou: quando é hora de trocar o capacete? Muita gente acha que, se ele não está visivelmente danificado, ainda está bom. Mas a verdade é que, com o tempo, o capacete perde sua eficácia, mesmo sem quedas aparentes. Identificando a Validade do Capacete de Ciclismo Apesar de parecer robusto e resistente, o capacete de ciclismo tem uma vida útil limitada. Com o passar do tempo, os materiais que compõem o capacete, como o poliestireno e o revestimento de espuma, começam a deteriorar devido à exposição ao sol, à umidade e até às mudanças de temperatura. Mesmo que você nunca tenha sofrido uma queda, é recomendado trocar o capacete a cada 3 a 5 anos. Isso porque, após esse período, a estrutura interna do capacete pode não oferecer a proteção adequada em um impacto. Se você usa a bike com frequência intensa, como para o deslocamento urbano diário ou mountain biking, o desgaste é ainda maior. Nesse caso, uma troca a cada 3 anos é a mais indicada. Ciclistas que pedalam esporadicamente, em áreas menos agressivas, podem estender esse prazo para até 5 anos, desde que o capacete seja bem conservado. Sinais de Desgaste e Quando Trocar Saber reconhecer os sinais de desgaste no capacete é fundamental para garantir sua segurança. Mesmo sem grandes quedas, o tempo e o uso diário podem comprometer a integridade do equipamento. O primeiro indício de que está na hora de trocá-lo é a presença de rachaduras ou amassados no casco, que podem ocorrer até em pequenos acidentes ou quedas no chão. Outro ponto de atenção é o desgaste do forro interno. Se a espuma ou as almofadas estão visivelmente desgastadas, finas ou rasgadas, o capacete perde sua capacidade de absorver impacto, colocando sua segurança em risco. Além disso, se o capacete não se encaixar mais corretamente, ficando folgado ou desconfortável, isso indica que ele não oferece mais a proteção adequada e deve ser substituído. Como Prolongar a Vida Útil Manter o capacete em boas condições não só aumenta sua durabilidade, como também garante que ele continue oferecendo a proteção necessária. Um dos principais cuidados é armazená-lo corretamente. Evite deixá-lo em locais com exposição direta ao sol ou em ambientes muito quentes, como o interior de um carro, pois o calor pode enfraquecer os materiais e reduzir sua eficácia. O capacete deve ser guardado em um local seco e protegido, longe de umidade e temperaturas extremas. A limpeza regular também é importante. Use apenas água morna e sabão neutro para evitar danos à espuma interna. Não utilize produtos químicos agressivos que possam comprometer a estrutura do capacete. Lembre-se de limpar as entradas de ar e verificar periodicamente as fivelas e tiras de ajuste para garantir que estão em bom estado e funcionando corretamente. Com esses cuidados, você pode prolongar significativamente a vida útil do seu capacete e garantir sua segurança por mais tempo. A Evolução Tecnológica e Por Que Atualizar A tecnologia dos capacetes de ciclismo evoluiu bastante nos últimos anos, o que pode ser uma boa razão para considerar a troca, mesmo que seu capacete atual ainda pareça em boas condições. Modelos mais novos trazem inovações como o MIPS (Multidirectional Impact Protection System), que oferece uma camada extra de segurança ao reduzir as forças rotacionais que podem causar lesões graves em caso de impacto. Se o seu capacete não conta com essa tecnologia, talvez seja o momento de pensar em uma atualização. Trocar o capacete de ciclismo regularmente é uma atitude simples que pode fazer uma grande diferença na sua segurança. Seja pelo desgaste natural, impactos ou simplesmente pela evolução das tecnologias de proteção, é fundamental garantir que seu capacete esteja sempre em boas condições. Não espere por um acidente para descobrir que ele já não oferece a proteção ideal. Faça inspeções frequentes e não hesite em substituir seu equipamento quando necessário. Sua segurança sempre vem em primeiro lugar. Está na hora de trocar o capacete? Não arrisque! Aproveite e venha conhecer a Indy Bike. Confira toda a nossa linha de acessórios e roupas para ciclismo, além do nosso Centro Técnico Especializado, com mecânicos treinados e ferramentas de ponta para deixar sua bike em perfeitas condições. The post Capacete de Ciclismo. Validade e sinais de desgaste. first appeared on Indy Bike.
O reencontro do ciclismo com a Volta de Santa Catarina
O Brasil ainda vivia a expectativa para os Jogos Olímpicos no Rio, em 2016, quando foi realizada a última edição da Volta de Santa Catarina. A vitória foi de um…
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Time Check: O novo jeito de competir MTB?!
Ajustes que podem transformar completamente a experiência de pedalar.
Dores nos joelhos, incômodo nas costas, dormência nas mãos. Muita gente pensa que esses problemas fazem parte natural de pedalar. Mas o que poucos sabem é que os responsáveis por esse desconforto muitas vezes são três componentes simples: selim, guidão e pedais. A diferença entre um passeio prazeroso e uma pedalada frustrante pode estar em um guidão ligeiramente mais baixo ou um selim alguns milímetros para trás. Por que ajustes finos fazem toda a diferença na bike Pequenos ajustes nos componentes certos mudam tudo. Selim alguns milímetros fora da posição ideal? Dor no joelho. Guidão muito alto? Tensão nas costas. Pedal mal posicionado? Desperdício de energia. Esses detalhes criam um efeito dominó. Um selim alto demais força a hiperextensão do joelho. Um guidão mal angulado sobrecarrega a cervical. Pedais desalinhados podem causar incômodos nos tornozelos e até nos quadris. O corpo compensa essas falhas com movimentos errados, e o resultado aparece em forma de dor ou fadiga precoce. Por isso, ajustes finos não são um luxo — são parte essencial de uma relação mais harmoniosa entre corpo e bicicleta. A boa notícia é que, com atenção aos detalhes certos, é possível alcançar grandes mudanças sem gastar muito. Selim: Entre todos os componentes da bicicleta, o selim é o que mais influencia diretamente no conforto ao pedalar. Um ajuste errado pode gerar dores no joelho, formigamento, desconforto na lombar e até problemas no quadril. Isso acontece porque o selim é o ponto de apoio do corpo durante praticamente todo o tempo da pedalada. A altura correta começa com uma referência simples: quando o pedal está na posição mais baixa, a perna deve estar quase estendida, mas ainda levemente flexionada. Se estiver totalmente esticada, há risco de lesão. Se estiver muito dobrada, há sobrecarga nas articulações. Além da altura, o recuo do selim — ou seja, o quanto ele está mais à frente ou mais atrás — também é crucial. Um selim muito avançado força o quadríceps e sobrecarrega os joelhos. Já um muito recuado compromete a estabilidade e o controle da bicicleta. Outro ponto importante é o nivelamento: o selim deve estar reto, paralelo ao chão. Inclinações para frente ou para trás causam deslizamento e distribuem o peso de forma inadequada. Guidão: O guidão é mais do que o volante da bicicleta — é um ponto de equilíbrio entre postura, controle e até respiração. Um ajuste inadequado pode gerar dores nos ombros, no pescoço, nas costas e até sensação de fadiga nos braços. Em casos mais extremos, a má posição do guidão compromete a respiração, dificultando o rendimento. A altura ideal do guidão varia conforme o estilo de pedalada, mas uma regra prática ajuda: braços levemente flexionados, sem tensão nos ombros. Se os braços ficam muito esticados ou os ombros elevados, há algo errado no ajuste. Outro ponto importante é a distância entre selim e guidão. Se for muito curta, o ciclista se fecha, comprimindo o tronco e limitando a respiração. Se for muito longa, o corpo se estica além do necessário, forçando coluna e punhos. Pedais: Embora pareçam simples, os pedais são peças-chave no desempenho e na ergonomia do ciclista. Eles conectam o corpo à bike de forma direta e constante, influenciando o alinhamento das pernas, a distribuição de força e até o equilíbrio da pedalada. Quando o pedal está mal posicionado ou o tipo escolhido não combina com o estilo de uso, surgem dores nos joelhos, tornozelos e até nos quadris. O alinhamento inadequado pode forçar o movimento natural das pernas, causando compensações que, com o tempo, se transformam em lesões. Há dois tipos principais de pedal: os modelos flat, comuns em bikes urbanas e de passeio, e os pedais de encaixe, muito usados por quem busca rendimento. Ambos funcionam bem, desde que ajustados corretamente. No caso dos pedais clip, a posição da sapatilha sobre a presilha é fundamental. Se o pé estiver muito à frente ou atrás, o esforço será mal distribuído e a dor não demora a aparecer. Ignorar os pedais é abrir espaço para desequilíbrios que afetam toda a experiência na bike. Selim, guidão e pedais podem parecer detalhes, mas são eles que definem o conforto, a performance e até a segurança de cada pedalada. Ajustar esses componentes com atenção faz diferença real: alivia dores, previne lesões e melhora o rendimento. Mais do que técnica, trata-se de escutar o próprio corpo e respeitar seus limites. Com pequenas mudanças, a bicicleta se adapta ao ciclista — e não o contrário. Esse cuidado transforma a relação com a bike, tornando cada trajeto mais leve, fluido e prazeroso. O resultado é um pedal mais consciente, mais eficiente e, acima de tudo, muito mais divertido. Aqui na Indy Bike temos um Centro Técnico Especializado, com mecânicos treinados e capacitados para realizar esses ajustes na sua bike. Venha nos conhecer e deixe sua bike sempre em boas condições de pedalar. The post Ajustes que podem transformar completamente a experiência de pedalar. first appeared on Indy Bike.











